Porque o comprador não quer imaginar demasiado, nem fazer exercícios mentais. Quer evidências. Quer sentir que aquele espaço já funciona, já acolhe, já faz sentido.
Quando isso acontece, o preço deixa de ser o único argumento. O tempo de mercado reduz-se. A negociação torna-se mais curta. O imóvel deixa de competir por desconto e passa a competir por desejo.